segunda-feira, 21 de maio de 2007

Humano, demasiado humano


Ele tem superpoderes, luta contra vilões, salva vítimas de assaltos e acidentes. E também se deixa levar pela fama, trai a confiança da namorada, pisa na bola com o amigo e, até mesmo, compra briga por vingança. No terceiro episódio da série, que está em cartaz nos cinemas, o Homem Aranha que vemos é assim: um gurizão com índole boa e tão imperfeito quanto qualquer ser humano que habita esse planeta. Se a regra “errar é humano” vale até pra super-heróis, que tal a gente se cobrar menos, reconhecer os erros e curtir mais? Como dizem por aí, insistir no erro é que é burrice.